#TBT a San Francisco

Hoje consegui acordar uma hora mais cedo! Hurra!

E estou finalmente, completamente na hora nova. Ou melhor, está o meu cérebro, porque os meus olhos não conseguem ver nada á frente, de tao cansados que estão.

Ontem estava tão entusiasmada com o início do desafio de amanhã que só consegui adormecer á 01:45 da manhã, quando normalmente vou dormir ás 23:30.

Também acho que se deveu ao fato de eu ter quebrado uma das minhas regras. O de comer gomas a um dia da semana. Á noite. Devo ter ficado com a euforia do açúcar, só pode.

Pondo euforias de lado, e querer me manter o mais sã possível, estive hoje nas calmas a testar todo o equipamento que trouxe ontem de Copenhaga. Tive a ver se o meu “novo” microfone da Røde realmente funcionava e aleluia irmãs! Finalmente, temos som decente para os vídeos.

Eu SEMPRE tive enormes problemas técnicos com os meus vídeos. Ou era a camera que era uma bosta, ou então punha todas as minhas esperanças no microfone da própria camera, ou editava horas de filmagem no meu próprio telefone. Resultado nem sempre era o que eu esperava.

Agora espero que os vídeos saiam bem desta vez – Cruzando os dedos fortemente.

Enfim, já não falta muito. Mais umas horinhas e sairá o primeiro post do desafio #31 dias.

Entretanto tive a rever as fotos no meu telemóvel e que lembranças incríveis. Naquela altura eu brincava que aquela viagem que fizemos em novembro seria a última. Pelo menos uma tão longa.

A duração da dita cuja de avião durou só 12 horas. Fomos em business class (porque encontrámos um granda deal se fizéssemos escala em Amesterdão) porque assim o menino tinha espaço para dormir, pois o banco reclina-se como uma cama.

Como correu a viagem perguntam vocês.

Incrivelmente bem.

Para o menino Mikkel. Eu estive sentada toda torta encostada a uma ponta dura que se enfiava-me nas costas e estava a 20 centímetros do ecran onde mostravam os filmes, durante 12 horas. Foi assim só desafiante.

Eu bem que tentei adormecê-lo 4500 vezes. Tentava-me chegar ao pé dele e tentava-me deitar, e ele toma vá de saltar em cima de mim. Acalmar, qual quê. Dormir, pfff anedota. Ele estava era com a pica toda. Tanta pica, que ouvi uns quantos shhhsss. Pudera.

Finalmente á decima primeira hora de viagem, ele adormeceu.

ADORMECEU. A uma hora de aterrarmos.

As luzes ligaram-se. As hospedeiras começaram a acordar os passageiros e eu a olhar-lhes com uns olhos de ursa, a avisar-lhes silenciosamente para que nem viessem. Nem um pio.

Aterrámos e lá consegui pôr o menino no carrinho. Infelizmente acordou na fila na alfândega para os camones. Nós claro. E era berreiro por todo o lado.

Ele já não era pequeno naquela altura e tive de estar com ele ao colo, porque se o deitasse no carrinho começava a chorar, coitadinho e nós todos acasacados com um calor que pareciam estar 35 graus.

Aconselham-te quando estás a meios de entrar nos EUA, a teres uma cara poker face. Uma cara serena, amiga. E tal. Senão passas a noite na choninha para te acalmares.

Motivo de visita: Neste momento, era dar-vos com uma panela pelas costas.

Vá, eu não estava histérica, mas estava chateada, especialmente quando supostamente uma” família” de alemães se pôs á nossa frente. Porque a mulher que estava á nossa frente os chamou.  

Eram família? Nããããão. Claro que não. Cada um nos quatro balcões abertos de 15 disponíveis e depois foi cada um para o seu lado. Ah pois.

Aquele começo de viagem, senhores, tirou-me do sério. Estava possuída.

 Acham vocês que nos deram prioridade? Acham?

Nunca. Jamais. Filhos dumas cessimas put#¤. Esperámos ali uma hora e meia que nos lixámos. Com uma criança a chorar o tempo inteiro.

Enfim, começou mal, mas acabou um pouco melhor.

Às vezes é preciso passarmos pelas passinhas do Algarve, para depois vir o sol e nos iluminar os dias.

Espero que aconteca com o que se está a passar.

Eu espero ansiosamente pelas boas notícias.

E não: “ah e tal a situação vai estar controlada lá para agosto.”

Então, mas vocês andam a snifar cola?? Alguma vez as famílias portuguesas vão conseguir sobreviver sem trabalhar até agosto? Ganhem mas é juízo oh senhores governantes.

Enfim.

Pessoal mente positiva que vai tudo correr bem. Que dia menos dia, estamos nós na praia a curtir, indo em viagens até ao cu de Judas. Temos de ter fé que vamos ter as nossas vidas de volta.  

Em relação a vivermos a nossa vida. A nossa última viagem foi esta.

Hoje faco um TB (turn back time) no tempo e queria partilhar aqui convosco o que aconteceu DEPOIS da hora e meia de espera na alfandega no aeroporto.

A viagem comecou assim…

Hotel St. Regis San Francisco

Museu de Arte Moderna – MOMA

Fishermann’s Warf (um sitio popular para nos empaturrarmos com uma gamba!

Ponto onde se apanha o electrico para se ir ver a Golden Gate Bridge

A Golden Gate Bridge. Conseguem ver? Nem eu.

Mas o marido estava doente nesse dia e passamos uma hora dentro de um Starbucks agarrados a um chocolate quente. Também foi bom assim.

E continua no próximo post…

Beijos x

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