The good and bad about breastfeeding

Going through a few changes at the moment. Since Mikkel got sick we were told by our doctor that I should not give him breast milk anymore. Do you know how sad I was? I was devastated.

I know that the age for weaning off the boob is around 9 months to one year. But since M would start in daycare early January, I was hoping that the breast milk would help fight the sicknesses and strengthen his immature immune system.

No such luck with that. M was sick throughout the winter and was way more at home with me than he was at daycare. I even considered become a stay-at-home mom and work meanwhile. My husband said that I would go bananas.

Anyway, I don’t really mind and I do work wherever I am. I’m lucky like that. And so is Mikkel. My husband also “stays home” a lot, taking phone meetings or working in his laptop. Most times he is there, but is “not there”. I can see him for days on end and our communication can be very little.

I joke a lot with P. (my husband) that when M grows up he will tell his friends that his parents just sit around at home doing nothing, literally unemployed. 😀

Anyway, joke aside. The beginning of this week was the toughest that I had since becoming a mom. M is sick and Monday was one to forget. I can still remember the sounds M did before wanting to throw up and whilst.

It was horrible. Feeling completely useless was something I never want to feel again. We did go to the hospital with him and he feels a whole lot better now. In comparison to Monday morning, a lot better.

So, him being really sick, stopping breastfeeding all of a sudden and moving out of his parents bedroom was I think a bit too much for a week for him – and for me. I was so scared and emotionally broken of how he would react when I would say continuously no to him when he would try to self service on my breast.

He cried a lot and screamed when I said no in the first day. By the end of that day and I saw him feeling so much better and while feeling immensely sore from the excess milk, I gave in.

Moments later he was screaming and he threw up right after 3 times. I felt like the worst mom in the whole world and I couldn’t forgive myself.

The following day I grabbed my Medela breast pump and expressed the necessary milk that was causing the pain. Best thing I’ve ever bought.

The following day he came again to me, and I told him calmly and looking in his eyes: “Do you remember what happened yesterday my love? It´s time to stop anyway, you’re a big boy now.”

It was like he understood every word I said. He now comes to me, looks at them and throws himself into them and wants a hug. I hug him with all my strength. My poor boy, if we could I would breastfeed you until it was just plain weird. (giggles)

Before I had M. I was one of those that thought breastfeeding was really weird. How could a person have another person sucking one’s nipples and be completely fine with it?

When I had M. the beginning was really bad and hard. Like I was in enormous pain, but I begged God to let me breastfeed as it was such an amazing boding experience with my newborn. And it was. I was a lucky mom.

Neste momento estamos a passar por umas quantas mudanças. Quando o Mikkel ficou muito doente e ligámos ao nosso medico ele disse para eu parar de dar o peito ao M. Tu sabes como fiquei? Completamente de coraçao partido.

Eu sei bem que a altura para parar de amamentar é entre os 9 e os 12 meses. Mas sinceramente eu não liguei muito. Quer dizer, ligar liguei. Quando o M começou no infantário, achei a altura idea,l mas o querido marido disse que nao convinha pois o leite materno ajudava a combater as doenças e fortalecia as defesas imunitárias.

Bem, fortaleceu uma coisa parva. Tanto o M. como o marido estiveram doentes o inverno inteiro. Se o leite ajudou ou não, nunca saberemos. Só sabemos que o M esteve mais tempo em casa comigo do que no infantário.

Eu até não me importei/importo pois é tão bom estar presente nas primeiras fases dos nossos rebentos. O primeiro gatinhar, o primeiro andar, a primeira palavra.

Também tenho muita sorte por poder trabalhar onde quer que esteja. E o M. também tem sorte em ter os pais muito presentes. Eu acho que quando ele crescer e perceber um pouco da vida vai dizer aos amigos que os pais não fazem nada na vida a não ser olhar para os computadores e falar ao telemóvel. 😀

O meu marido também passa muito tempo em casa. Temos o escritório dois andares abaixo e quando há lá empregados ele prefere o conforto do sofá. Eu pisgo-me lá para baixo pois quero que o casamento dure. Mas quando o M. nao se sente muito bem, estamos os dois com ele.

Esta semana nao começou muito bem. O M. teve uns episódios de vómitos na semana passada mas sem febres altas. A passada segunda-feira foi a pior da minha vida.

O M. acordou muito bem. Queria comer, beber e foi dormir a sesta na hora normal. Ficámos na casa de verão pois o tempo ia estar bom e queríamos aproveitar os últimos raios quentes do sol (com 13 graus, claro que sim).

Quando o M. acordou da sesta, acordou aos gritos, vomitou 3 vezes e não respondia á minha voz. Continuou a gritar durante 30 minutos seguidos.

Qualquer mãe sabe que ouvir a sua criança gritar nem por 5 minutos que seja é tortura total. Quando o M. já nao aceitava água ou qualquer outro tipo de líquido e vi que a fralda dele estava seca, eu entrei em pânico.

O médico no dia anterior tinha-nos dito para contatar a nossa médica de familia como uma emergência se tal acontecesse. Fomos para o hospital com o menino a temer apendicites e gastronterites e saímos de lá mais aliviados.

No meio disto tudo, o médico disse que eu já não podia dar mais leite materno ao M. pois era muito díficil para o estômago dele digerir. Ora para mim é que era dificil de digerir tal noticia. Fiquei indignada.

Nós tinhamos planos de parar e sabiamos que ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Mas não numa altura de mais aflição para o menino. Como poderia eu dar-lhe o conforto que ele mais precisava?

O primeiro dia foi um tormento. Ele chorava e gritava porque queria o peito e eu chorava porque tinha de manter o pé e a mão firme. Depois do hospital quando ele se sentia melhor e já nao vomitava há algum tempo eu cedi. Dei-lhe o peito.

Passados uns minutos o M. começou de novo aos gritos e a chorar muito. Vomitou 3 vezes e não havia vivalma que o conseguisse confortar. Ficou de novo sem responder quando chamava por ele.

Eu senti-me a pior escumalha á face da terra. A pior mãe neste mundo. E jurei a Deus que nunca mais e que iria ser forte. Só porque o meu peito doía e eu queria muito um alívio. No dia a seguir agarrei na minha bomba manual de expressar leite da Medela e tirei o leite até que me senti melhor.

Na manhã seguinte, depois de uma noite complicada, o M jogou-se ao meu peito e queria amamentar. Eu não lhe deixei e disse que não e ele começou a chorar. Eu disse-lhe com os meus olhos fixados nos dele “que não pode ser meu amor. Lembras-te do que aconteceu ontem?Aliás, já es um menino grandinho.”.

Como se ele tivesse percebido jogou a cara ao meu peito e deu-me um abraço.

Meu querido bebe. Se eu te pudesse amamentar até que fosse completamente socialmente incorreto até nas culturas mais liberais, eu o faria.

Antes de o M. nascer, eu era daquelas pessoas que achava a amamentação um bicho. Uma coisa muito estranha. Como é que uma pessoa podia “chupar” nos mamilos de outra pessoa e aquilo ser completamente normal?

Depois do M. nascer, o começo da amamentação foi muito dificil onde eu estive a pontos de desistir de tão doloroso que era. Mas, depois de perceber que o laço que a mãe cria com o seu bebe é tao forte, eu pedi a Deus para que me deixasse.

Eu lembro-me de uma das vezes eu dar o peito que tinha problemas e chorar com imensas dores. Mas só assim consegui ultrapassar a fase mais dolorosa (pós-parto claro) pois o melhor remédio tal como aconteceu no parto é partir a parede da dor. E ser a pessoa mais forte neste mundo. Nada dura para sempre.

Leave a Reply