That relentless search

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Knowing what we want to do in life can sometimes be a daunting task. Nevermind what to study.

I’m at a crossroad where I need to decide whether I should spend 4 years of my life studying Interior Architecture and Design. 4 years, is a heck of a lot of time and somehow I don’t see that are being popular in Denmark .

I think that most Danes are hell proud of their homes and they well should, so would they hire someone to spruce up things for them, redecorate, renovate or just for the lack of time decorate a whole home?

I’ve come to learn and love Ikigai. It helps out a bit to try to come to terms with “Do I choose for the good money” or “should I choose it because I love doing it?”.

They do say that once you love what you do, you’ll never work a day in your life. I have relentlessly looked for that feeling. So here I am, blogging and vlogging left and right, creating content for those who enjoy and take their time to find out what did I come up this time. Thank you for that by the way.

Ikigai, does that ring you a bell?

We are here on earth trying to find a meaning of life, a reason to live or we’re just living our days automatically trying to do the most out of the days.

This last bit is quite dangerous. Not only physically but mentally too. It is draining.

Once I tried living the “ideal life” for one day. I was fulfilled sure, but I was exhausted. I could not conceive living like that another day.

I say “ideal life” as is a life where I manage to make my baby happy, clean my home, work in graphic design, create content, do dinner, do laundry, shop for groceries, workout.

I mean, I know,  there are things you don’t do everyday. but even if I remove some of them like grocery shopping and laundry, having all of that done in one day? I was drained. A baby does take quite of our energy, not going to lie and if they are not cooperating then forget to get anything done other that what you really need to do.

And that’s basically how most of the people I know live. They work their asses off, they try to spend quality time with the family, they try to get shit done. And some have hit a wall. Too much is too much and you should just stop.

Take a turn, take a different turn. If that does not make you happy, then it’s time for a change. A real change. A risk, who knows how it can turn out.

Just try to so something that will make you happy. Life is too damn short to slave our asses out through life.

What to do you ask? You should definitely look into reading about Ikigai.

Ikigai (pronounced Ick-ee-guy) is the reason to jump out of bed every morning. It is a japanese word and it originated in Okinawa where (listen babe) has the largest population of centenaries. Coincidence?

Living a long and happy life is the dream of anyone I know. And finding out what makes you happy is sometimes the key to that long life one covets so much.

Ikigai is the intersection between doing what you are good at and doing what you love. That should be the core for a meaningful life says Hector Garcia (co-author of the book of Ikigai The Japanese Secret to a Long and Happy Life)

In the book you can find ten rules that can help anyone find their Ikigai.

1. Stay active and don’t retire

2. Leave urgency behind and adopt a slower pace of life

3. Only eat until you are 80 per cent full

4. Surround yourself with good friends

5. Get in shape through daily, gentle exercise

6. Smile and acknowledge people around you

7. Reconnect with nature

8. Give thanks to anything that brightens our day and makes us feel alive.

9. Live in the moment

10. Follow your ikigai

I mean, that sounds pretty good don’t you think?

So, are you ready to ditch that crazy busy, crazy stressful life that just might be killing you slowly inside or what?

And how about me? Am I ready to start the application and finish my darn portfolio or what?

xx

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Descobrirmos aquilo que realmente queremos fazer na vida pode acabar por se tornar uma tarefa chata para não dizer stressante. Então descobrir o que estudar ou qual a direção correta devemos tomar é um filme.

Neste momento estou num dilema. Tenho de decidir se em part-time me aventuro finalmente em estudar aquilo que sempre quis estudar. Devo mesmo usar quatro anos da minha vida a estudar arquitetura de interiores? Quatro anos são muitos anos mesmo e aqui na Dinamarca não me parece ser uma área popular.

Tenho a sensação de que os Daneses sentem um orgulho enorme das suas casas (e deviam claro), então porque é que eles vão contratar alguém para animar a coisa lá em casa, redecorar, renovar ou até decorar a casa (ou empresa) toda?

Com isto tudo de tentar tomar as decisões mais indicadas tenho lido bastante. No meio desta leitura toda descobri “Ikigai”. Ajudou-me e espero que me ajude mais uma vez em descobrir para onde virar, mais uma vez.

Escolho algo que me pague bem (a.k.a Sra. Arquiteta tecnologista que era aquilo que estudei 3 semestres antes de descobrir que estava de bebe mas que tive de parar e trabalharia 60 horas semanais para pessoal que não sabe nada de gerência de tempo, coff coff) ou devo escolher algo que adore fazer?

Dizem que se trabalhares com aquilo que gostes nunca irás trabalhar um dia na tua vida. Por isso aqui estou, blogando e vlogando direita e esquerda, a criar conteúdo para quem vem cá e descubra o que fiz agora. Já agora, um grande obrigada a quem me visita. Um beijinho.

Ikigai, diz-te alguma coisa?

Nós estamos aqui na Terra a tentar descobrir a razão de vivermos, uma razão de viver ou simplesmente como a maioria faz, vivendo os dias automaticamente, tentando fazer o máximo que conseguimos com os dias que voam.

O último exemplo pode ser perigoso. No sentido de não sermos feitos de ferro e de ser exaustivo não só fisicamente, mas mentalmente também.

Houve uma vez que experimentei viver a minha vida “ideal”. Senti-me realizada. Ui se me senti. Mas também me senti toda partida. Não conseguia imaginar viver mais um dia assim.

Digo vida “ideal” pois incluía fazer o meu bebé feliz, marido feliz, casa limpa, roupa lavada, trabalhar em design gráfico, fazer compras para casa, fazer comida, criar conteúdo para o TSF, treinar o corpinho de mãe, etc.

Quer dizer, sim é verdade, há coisas que não faco todos os dias como fazer compras para a casa ou tratar da roupa mas mesmo que eu remova esses pontos ainda há tudo o resto. Um bebé usa muita da nossa energia, e se for num dia que ele não queira cooperar muito então esquece, faz-se o mínimo possível e o que mais importa.

Mas, assim funcionam muitas das pessoas que conheço. Tentam fazer o máximo dos dias delas. Trabalham horas desumanas, tentam passar tempo de qualidade com os filhos e tentam fazer as coisas em casa (haha sim as pessoas a que me refiro são mulheres!). Muitas chegam a um ponto que já não podem mais e acabam até por chegar a um ponto que já não aguentam mais. E isso tem de mudar.

Muda de direção, faz outra coisa! Arrisca, quem sabe se dá certo ou não, só quem arrisca é quem petisca. A vida é demasiado curta para nos escravizarmos.

Se não a fazes a mínima ideia e precisas de uma luz, então tenta ler um pouco.

Eu acredito em livros de auto-ajuda (e antes achava tudo ser uma grande treta) mas desde que li o “Get your shit together” (desenmerda-te – acho que é a melhor tradução para o caso) que me deu bastantes luzes e olhem que não consigo ler muito. Leio 3 linhas e caio para o lado com a baba a cair pela boca.

Bem, mas Ikigai é o quê? Boa pergunta amigos.

Ikigai (pronunciado é Ick-ee-gai) é a razão de nos levantarmos todas as manhas. É uma palavra japonesa e oriunda da cidade de Okinawa onde (ouve bem amor) tem a maior população de centenários. Coincidência?

Vivermos uma vida longa e feliz é o sonho de qualquer pessoa e descobrir aquilo que nos faz feliz (tudo que seja além das nossas caras metades, filhos ou animais, atenção) é o segredo para vivermos aquela vida longa e boa que tanto queremos.

Ikigai é a interseção entre fazeres aquilo que és bom e fazer aquilo que gostes. Tal é o epicentro para uma vida que faca e tenha sentido. Isto diz um dos autores do livro  Ikigai The Japanese Secret to a Long and Happy Life)

No livro encontra-se 10 regras que ajudam qualquer pessoa em encontrar o seu Ikigai.

  • Permanecer ativo e não ir para a reforma.
  • Deixar aquela forma stressada de viver e adotar um meio de vida mais calmo.
  • Comer só ate quando tiveres 80% satisfeito
  • Rodeia-te com bons amigos
  • Faz exercício diário com treinos gentis (uma caminhada)
  • Sorri e nota nas pessoas á tua volta
  • Reconecta-te com a natureza
  • Sê grato por qualquer coisinha que te ilumine o dia e que te faca sentir vivo
  • Vive o momento
  • Segue o teu Ikigai

Quer dizer, isto tudo soa fantástico, não é?

Então sentes-te preparado/a para mandar á fava aquele estilo de vida que só te faz stressar e te faz infeliz ou quê?

E eu? Estarei pronta para começar a minha inscrição? E acabar aquele portfolio que nunca mais acaba??

xx

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