Why I don’t follow trends anymore

Why I don’t follow trends anymore

Have you ever dreamed about getting dressed in the morning and always find something to wear?

It must have happened at least once in our lives where we found ourselves in the most annoying situation where we try on outfit after outfit and get angry at the blunt discovery that nothing fits, nothing looks right on, that you should’ve bought that dress you saw. It would’ve looked perfect, you thought.

I’ve been there, oh so many times. More than I care to admit.

A few years back when I was blogging outfits and was completely unaware of the borrowing/gifting from brands, I bought many many outfits. I lived right by a shopping center and I would visit it every weekend. I would bring one or two outfits every time and would always pick shops like H&M and Gina Tricot to shop from.

I wasn’t smart when I shopped. Period. We all know that cheap does not always equal quality. I chose cheap because that was what my wallet could afford and many of us do exactly the same. We shop because it’s cheap. We don´t care for how many times we will wear that one piece and care even less when we dispose of it.

We are completely brain dead when it comes to shopping. Sorry about the bluntness but am I right or not?

The times where I shopped an outfit here, an outfit there, every weekend for 5 to 6 years, imagine how many thousands of hard earned kroner were spent? Do I still wear any of those clothes? Not really. Where are they now?

Well 30% I gave to a lady who was a darling enough to take them from me. 10% went to Copenhagen on a moving van (right now sitting in my basement) and the remaining I drove to the recycling station, dropping it at Goodwill. How many times did I go there? 4 or 5 times. How many bags did I have in my car? 7 or 8 bags.

Do you understand where I am going?

I was angry. Oh, I was furious. At myself, for being completely reckless. I was traumatized for life. Result of that crazy time, I stopped shopping for myself in those shops and shopping that much.

I’ve chosen instead to focus on important pieces. Trends can be quite bold and shopping quite bold when is not your own style is a risk. Even if the blouse is cheap. If you put all those little “mistakes” together it ends up a waste of money.

The last time that I shopped/refreshed for my closet was when I had my son and I literally had nothing to wear during this past summer. All I had was skimpy shorts and tight tops.

Needless to say that 4 months post-birth I was far from fitting any sort of clothing that I had from the previous summer. I did not feel comfortable in them either or was I fit enough for that matter. Haha

So, I went shopping. I chose Zara. I also found some pieces (mostly baggy dresses) at Stradivarius but most of the refresh was in Zara. The prominent trend were stripes. Perfect! Vertical? Double perfection. I will definitely wear those pieces again.

Zara, it still is a fast fashion company. They still present us with N amount of new styles every other week. So what’s the difference you may ask. And you’re right, they absolutely fit in that category. The prices are cheap and the quality is sometimes questionable.

However the only time where I felt disappointed with the quality was when I washed my black skinny jeans. But in their defense black ALWAYS washes off anyway. No matter the brand.

There is a huge reason why I choose Zara every time. T-shirts. I use them daily and wash them constantly and they still look good every time I iron them. Men are they good. Men do I wear and tear my tees.

If you don’y know that about me, I am on a journey into a more minimalistic lifestyle and one of the aspects that I have been so keen on persevering is my clothing. I am a huge fan of almost empty shelves in my closet showcasing only the things that I really need AND that I will wear.

You call this a capsule wardrobe. The closet is composed by jeans, tees, blouses, shirts, knits, sweaters, dresses, jackets, coats, shoes and accessories. The pieces are curated and timeless and can be worn easily, no matter the trends.

A capsule closet it’s a huge time and money saving solution.

That said, there is more time in my weeks and more money in my account. More time and PRESENCE with my baby. AND have I mentioned the lack of emotional fits? Haha, it’s brilliant.

 

 

Tired of reading? You can watch my video below and see how I organize my chaotic life (baby life) nowadays, including my closet. Enjoy.

Alguma vez sonhaste vestires-te de manhã e encontrares sempre algo que gostasses para vestir?

Já vos deve ter acontecido pelo menos uma vez na vida. Encontrarmos-nos naquela situação chata e inconveniente de sentirmos que nada nos fica bem. Que devíamos ter comprado aquele vestido para aquela ocasião. Quem aqui não comprou uma peça de roupa de propósito para um evento. Ponham as mãos no ar.

Eu já estive nessa situação. Oh, e demasiadas vezes. Mais do que consiga admitir.

Há uns anos atrás, quando tinha o meu blog de moda e completamente inconsciente do fato de marcas nos emprestarem ou oferecerem peças de roupa para fins de publicidade, comprei imensa roupa. Comparado com aquilo que compro hoje, era mesmo muita. Olho para trás e dá-me calafrios.

Eu vivia mesmo ao lado de um shopping, literalmente 300 metros e ia sempre todos os fins de semana ver o que tinham de novo. Vinha para casa com um ou dois outfits novos. Comprava porque era barato. Escolhia lojas como a H&M e Gina Tricot porque era barato. Ponto.

Eu não fui suficientemente inteligente (só queria mais e mais e que se fosse barato – precisava de um outfit novo para mostrar no blog e acabou ). Não pensava na lógica simples de que barato nem sempre equivale a qualidade. Eu escolhia peças baratas pois era o que a minha carteira podia pagar. Muitos de nós faz exatamente isso e é perfeitamente normal.

Nós fazemos lá compras pois é barato. Alguma vez perdemos o nosso tempo calculamos as vezes que vamos vestir tal peça? Ou visualizamos como podemos coordenar a peça em questão com outras que já tenhamos? Ou temos alguma preocupação quando no dispomos da dita? Pensamos no futuro da roupa?

Temos o cérebro completamente vazio quando fazemos compras, é ou não é verdade? Desculpem lá dizer isto desta forma mas acho ser assim. Caso contrário não teria agido da forma que agi. Isto é de fato um tópico imensamente interessante, a razão atrás de sermos muito consumistas hoje em dia. Fica para outro dia decerto.

As vezes que comprei roupa, aqui e ali, somado e multiplicado por 5 a 6 anos, façam a matemática. Milhares de coroas desperdiçadas em que poderiam ter sido utilizadas de outra forma. Ainda visto hoje a roupa que comprei? Nem por isso. Então onde é que elas andam?

Bem, 30% dei a uma rapariga que foi muito amável de querer levar para casa muitos dos nossos pertences. 10% foi numa carrinha de mudanças para Copenhaga e que hoje se (ainda hoje) encontra dentro de sacos pretos na minha cave (lembrem-se que tive um bebe e que ainda não tive tempo nem cabeça). O restante levei eu no meu carro para a estação de reciclagem (situação: estava a mudar-me da Suécia para a Dinamarca).

Conduzi umas 4 ou 5 vezes e de cada vez que conduzia levava no carro uns 7 ou 8 sacos grandes. As vezes que estacionei em frente ao senhor da Goodwill e descarreguei foram demasiadas. E envergonho-me bastante. Na altura ria-me feita parvinha pois não sabia em que buraco me enfiar ou como agir.  Já na altura sentia horrores frente á situação.

Eu senti não só a maior vergonha do mundo mas senti-me furiosa também. Furiosa comigo própria por ter sido completamente imprudente. Fiquei traumatizada para o resto da vida e tal situação mudou-me bastante. Resultado? Parei de fazer compras nesse tipo de lojas e compro talvez 20% daquilo que comprava antes.

Hoje em dia em vez de escolher peças segundo influencias pelas tendências da moda, prefiro me focar em peças que ache importantes e intemporais. Algo que seja tão atual hoje como daqui a 3 ou 4 anos. As tendências podem ser bastante “ousadas” e usarmos o nosso dinheirinho em algo que não nos gostemos de ver vestido daqui a uns meses ou anos, é um risco. Tais “erros” podem acabar por ser um desperdício do nosso dinheiro.

A última vez que fiz compras assim “grandes” foi quando tive o meu menino, fui de férias e não tinha nada para vestir. Muito do que tinha era do verão passado quando estava grávida com o máximo de 12 ou 15 semanas. Tinha uns quantos vestidos mas a maioria daquilo que tinha eram calções de ganga curtos e tops apertados.

Quatro meses depois de ter um bebe não estava assim preparada para me enfiar em tais coisas. Ainda hoje não me sinto confortável.

A minha loja escolhida foi a Zara. Em Espanha e Portugal (onde me encontrava de férias na altura) os preços são bastante mais amigos que na Dinamarca e a mommy precisava de uns vestidos com os quais também pudesse também amamentar.

A tendência eram as riscas e eram verticais. Perfeito. Riscas ficam sempre bem. E hei-de usar em outros verões, de certeza.

Eu sei, a Zara é igualmente uma empresa de moda “rápida”. Eles produzem bastante rápido (pela produção ser dentro da Europa e o tempo de entrega nas lojas ser reduzido) e apresenta-nos frequentemente com peças desenhadas segundo as ultimas tendências.

É verdade sim senhora. A Zara é rápida e “barata”. E segue tendencias. No entanto, até hoje näo me sinto desapontei com a qualidade da roupa. Ok, para ser sincera, a qualidade das calças pretas skinny poderia ser melhor. Mas preto e preto e qualquer roupa perde sempre alguma cor.

Além de que com as mesmas lavagens, um par de uma marca cara ficaria do mesmo estado. Coff coff. Hugo Boss. Coff coff.

Uma razão enorme pelo qual sou bastante fiel á Zara é pelas t-shirts. Eu sou fã ávida de tees e uso e abuso delas até estarem velhinhas. Mas com as da Zara, incrivelmente, duram bastante tempo, mesmo com as lavagens.

Agora que já conhecem um pouco a minha história e a relação que tenho com a moda, podem perceber o porque da minha jornada em direção a um estilo de vida minimal e sustentável. O aspeto onde tenho teimado é com a roupa. Adoro ver as prateleiras do meu armário quase vazias (tipo loja mesmo) e a mostrar tudo aquilo que tenho e que posso vestir.

A este conceito chamam de “armário capsula” ou capsule wardrobe. O armário é composto de peças chave e curadas e que vá vestir frequentemente. É composto por jeans, calças, blusas, tees, camisas, sweaters, etc. As pecas são intemporais e tanto podem ser usadas hoje, como daqui a 4 anos. Aqui não há tendências nem ego. Apenas praticalidade.

Com um armário capsula poupa-se imenso dinheiro e TEMPO. E eu sei muito bem como o tempo é precioso agora que tenho o meu bebe. Ah e esqueci-me de mencionar a ausência de fretes emocionais. Brilhante, não acham?

Cansados de ler? Podem assistir ao meu vídeo (scroll arriba se faz favor) do meu canal e podem ver como organizo o meu closet e a minha vida semi-caótica. Espero que gostem.

xx

 

 

 

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2 Comments

  1. Monica
    October 19, 2018 / 7:26 am

    Perfeito ,me identifiquei ,tbm faço isso há alguns anos,simplificar minhas roupas ,o prazer de poder ter menos e de melhor qualidade para mim é satisfatória!!

    • lullebloom
      October 20, 2018 / 7:54 pm

      Tambem? Ai que bom! Realmente poupa-nos imenso tempo, especialmente quando temos de passar roupa a ferro hehehe! um beijinho linda <3

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